VIVA O PRINCÍPIO DA RECIPROCIDADE!
Aplausos,
elogios, elevação da auto-estima... alegria! Essas foram as reações da
maioria dos(as) brasileiros(as) entrevistados(as) pelos mais variados meios de
comunicação do país. Porteiros, balconistas, operários, militares,
estudantes, donas-de-casa, aposentados e até pedintes tiraram uma casquinha e
opinaram se mostrando favoráveis à decisão do Juiz Julier Sebastião da Silva (MT),
que fez valer a lei e aplicou o Princípio da Reciprocidade, que se encontra em
diversas Cartas do Direito Internacional, como por exemplo, o Código
Internacional, a Carta de Princípios da ONU, como também, e principalmente, na
Suprema Carta do Brasil que, logo nos primeiros artigos trata do princípio de
igualdade entre os Estados.
A
reação popular, espontânea e sincera, veio
provar que o sentimento natural de defesa de tudo de bom que a Pátria
possui, existe e se encontra incubado, coberto por uma fina película que
pode ser facilmente rompida, espalhando o fogo de brasilidade por todo o território
nacional.
Alguns
cidadãos dos Estados Unidos (como esse piloto que foi preso e teve que pagar
uma multa de R$ 36.000,00 para não permanecer no xilindró genuinamente
nacional) cientes de que fazem parte de um país que viola freqüentemente as leis
da sociedade internacional, acham que podem se inspirar no bebê Bush e Cia.
para desacatar autoridades policiais brasileiras ou de outros países.
O
antiafricano e Secretário de Estado dos
Estados Unidos Colin Powell afirmou que, dispensar os brasileiros da necessidade
de visto de entrada nos EUA, “não é um tema para negociação”, pois
depende de “um critério baseado num padrão matemático incorporado na
lei”. Pois, saiba o Sr. Powell que a dispensa de visto e de fichamento de
estadunidenses no Brasil, também não são objetos de negociação, pois,
depende de “um critério baseado num padrão de reciprocidade e de
soberania incorporado eternamente em nossas leis!”.
Infelizmente,
o prefeito da cidade do Rio de Janeiro (que parece sonhar em se tornar o
prefeito de Nova Iorque), que já havia tentado construir uma filial do museu
Guggenheim nessa cidade com dinheiro público
(para agradar, sabemos a quem), o mesmo que costuma definir serviços da
prefeitura com termos na língua inglesa (contrariando o Art. 13 da C.F.) e que
autorizou ou permitiu que músicas dos EUA fossem tocadas o dia todo em alto-falantes gigantes na véspera do ano novo na bela Praia de Copacabana, agora
envia ao Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, moças de biquínis entre as
nádegas para rebolar para os estadunidenses, tentando amenizar o “trauma”
sofrido por eles ao
passar pelo crivo de um procedimento legal (muitos vêm ao Brasil exclusivamente para o turismo sexual).
Reparem
que todas as vezes que um ato de legalidade e de patriotismo ameaça abrir os
caminhos para a libertação total da Nação
Brasileira, algumas “autoridades” que ocupam postos estratégicos no
executivo ou no legislativo, entram em ação para travar o processo
de completa independência da Nação do Século XXI (para quem esses canalhas
realmente trabalham?).
Se
não houver reação contra esse procedimento dócil e submisso de alguns
politiqueiros que servem a tudo, menos ao Brasil, esses políticos infiltrados
na máquina do Estado, em vez de enviar jovens brasileiras para rebolar para os
estadunidenses, vão querer assumir esse papel diretamente, colocando uma
“sunguinha fio dental”, para realizar seus desejos de se prostrarem no chão
dos nossos aeroportos naquela posição em que os joelhos e as palmas das mãos
permanecem inertes e grudados no piso. Já
imaginaram se o Incrível Hulk e o Mike Tyson resolvem chegar no Brasil nesse
dia?
Rio
de Janeiro, 15 de janeiro de 2004.
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Wagner do MV-Brasil |
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