Informativo CEDI - Junho de 2001
Entrevista com o coordenador do MV-Brasil
Marcelo
Mendez: Como surgiu a idéia da criação do MV-Brasil?
Wagner Vasconcelos: Já havia a intenção de fundarmos um Movimento nessa linha
(de defesa do Brasil), após o término da Faculdade. Todavia, percebemos que
não daria para esperar, após nos depararmos com aquela infame e falsa Estátua
da Liberdade, na Barra, bairro da cidade do Rio de Janeiro; realizamos
uma marcha com o Hino Nacional e discursos no local, que ratificou a fundação
dessa Frente Nacionalista Humanista, em defesa da continuidade do Brasil como
Nação e da perpetuação da civilização brasileira.
M.M.:
Qual foi a receptividade das pessoas?
W.V.: 80% da população foi à favor da defesa das coisas nacionais, os 20% restantes
são os desinformados, omissos e os traidores.
M.M.:
Quais os objetivos do MV-Brasil para o novo milênio?
W.V.: Queremos nos próximos dois anos, solidificar essa política de educação
fornecedora de informações estratégicas, na cidade do Rio de Janeiro, onde temos
sete núcleos, e com potencial para iniciarmos muitos outros. Todavia, se houver
facilidade para iniciarmos o trabalho em outros Estados, assim o faremos, haja
visto que já temos um Núcleo funcionando em Brasília.
M.M.:
Quais são os métodos de divulgação do MV-Brasil?
W.V.: Nosso trabalho é fundamentalmente um trabalho de rua, nos inspiramos
em nossos ancestrais culturais, os antigos romanos, decidimos fixar cartazes
com mensagens de impacto em pontos estratégicos em toda a cidade do Rio de Janeiro,
para preparar a população para receber nossas mensagens verbais ou escritas
posteriores; cada modelo de cartaz, vai ter como lastro, 500 mil apostilas que
serão distribuídas gratuitamente na cidade carioca, informando e clamando ao
povo que inicie a virada! Estas distribuições serão feitas por meio de marchas,
arrastões culturais, palestras e cerco aos mais variados sítios onde haja concentração
de populares, priorizando os jovens.
M.M.:
Gostaria de deixar uma mensagem aos nossos leitores?
W.V.: Queria dizer o seguinte: aos pessimistas, digo que vejo a história
da Humanidade sendo contada em séculos e milênios; vocês podem sentir nesse
momento girar a roda da história? Podem ouvir nesse momento, o pulsar dos corações
dos brasileiros? Conseguem perceber a insatisfação do Povo? Pois em verdade,
a história é implacavelmente mutável. O povo espera que um grupo pavimente as
estradas das mudanças para que ele possa com firmeza e confiança, marchar para
um novo rumo. E essa estrada, queremos construir, levando as informações que
são sonegadas pela grande mídia (que encontra-se sob o domínio dos estrangeiros,
contrariando a Constituição Federal e a Lei dos Estrangeiros), acompanhado de
nossa proposição, ou seja, a aplicação da micro-revolução pessoal, pois se o
País não é hoje soberano, que pelo menos, você o seja! Tome uma série de atitudes
na vida e nela insira essa soberania pessoal que vai libertá-lo da maldade das
corporações transnacionais. Desprezando os termos ingleses em seu discurso,
conversas, e documentos, desprezando símbolos do folclore, dos esportes, da
música e da cultura dos EUA. Na parte econômica, podemos priorizar os produtos nacionais
para que possamos impor derrotas contundentes à arrogância dos estrangeiros.
Onde abastecer o carro? Em postos nacionais! Nos supermercados, nas lojas, nas
lanchonetes, para quem enviaremos nosso dinheiro? Verifiquem se os mais diversos
produtos e serviços são de empresas genuinamente nacionais. Assim, faremos girar
a implacável roda da história à nosso favor e estaremos tornando o ambiente
mais favorável às grandes transformações, para que possamos reescrever os capítulos
da história do Brasil, de preferência, em capítulos verde e amarelo.