O CASO BRASIL, BOLÍVIA E EVO MORALES
Claro que testemunhar a faixa “NACIONALIZADA” numa plataforma da Petrobrás na Bolívia, no momento em que o mundo caminha perigosamente para (se não houver reação) a dissolução das nações, de cujas cinzas, sairão, na linguagem do saudoso professor Jorge Boaventura, um governo pluriestatal e em seu primoroso livro, "O Poder SECRETO!", o economista e conferencista Armindo Abreu acusa a formação de uma ditadura-internacional-privada e esotérica, nos traz (nós, os patriótas-nacionalistas humanitários) uma alegria repentina vendo ser travado o motor desta máquina transnacional, que tem objetivos muito bem definidos. Apesar de reconhecer o direito do povo boliviano de se apoderar de suas riquezas energéticas estratégicas, há de se considerar alguns pontos e de se questionar a maneira como foi feita a nacionalização da plataforma construída pela Petrobrás: 1 – O Brasil, apesar de ter no seu interior uma oligarquia que em grande parte massacra o seu próprio povo, não possui grandes corporações espalhadas pelo mundo explorando os povos e suas riquezas. O nosso relacionamento econômico com a Bolívia tem sido extremamente vantajoso para este país, inclusive, com transferência de tecnologia; 2 – Um elevado número de estudantes bolivianos vem estudar e se especializar no Brasil, levando com eles as técnicas e os nossos conhecimentos para aplicar na Bolívia; 3 – Precisamos saber se o tratamento que o presidente Morales deu à Petrobrás vai ser estendido às corporações, por exemplo, da Inglaterra e dos Estados Unidos, ou se esta atitude será direcionada somente à Petrobrás, servindo a interesses inconfessáveis; 4 – Precisava realmente ter feito uma ocupação da plataforma com militares? Não devemos aceitar de forma nenhuma provocações de nenhum político sul-americano, até porque nossos inimigos não são os latinos... ! 5 – Será que o internacionalista-globalizante Luiz Inácio Lula da Silva está por trás disso, seguindo orientações estrangeiras? O tratamento dado ao Povo Boliviano pelos Brasileiros exige uma contrapartida mais amistosa do que a que seu presidente, Evo Morales, nos reservou. Há de se reconhecer que o Brasil, em tempos modernos, tem se relacionado com seus vizinhos latinos com respeito e amizade. Ao nacionalizar legitimamente as suas riquezas, deve o presidente Morales, em gratidão, ressarcir a Petrobrás por tudo que esta fez pela economia boliviana. Isto posto, os povos do Brasil e da Bolívia, cada um resguardando e fortalecendo a sua unidade e a sua soberania, de mãos dadas direcionarão suas energias e atenções ao combate aos verdadeiros inimigos das pátrias soberanas. BRASIL!!!
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